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Blog direcionado à mulheres maiores de 50 anos; Sua duvidas, medos e tabus.Um divã virtual.
" O papel é um cofre, onde podemos depositar jóias raras, e a caneta, é a chave para este cofre "
Procurei versos nas ruas vazias da minha imaginação.
Procurei sons nos comodos escuros da minha solidão.
Procurei palavras na boca calada, encontrei oração.
E as lágrimas que corriam não era medo nem dor era gratidão!!!!
Procurei sons nos comodos escuros da minha solidão.
Procurei palavras na boca calada, encontrei oração.
E as lágrimas que corriam não era medo nem dor era gratidão!!!!
terça-feira, 22 de maio de 2012
Reposição hormonal , melhora o libido e o humor.
quinta-feira, 17 de maio de 2012
Quando é tarde para ser mãe?
Cresce o número de grávidas com mais de 50 anos. Há benefícios e riscos em criar um filho mais velha
Aos 53 anos, a aposentada Suely Menezes se orgulha do pique que tem para brincar com seus netos e bisnetos. E com a filha Gabriela, de 1 ano e 6 meses. “Tenho estrutura emocional e econômica, algo que não tive com meus primeiros filhos”, diz Suely, mãe pela quarta vez. Depois que os mais velhos cresceram – hoje têm entre 38 e 29 anos –, Suely quis ser mãe novamente. Ela tomou hormônios para estimular a ovulação. Em laboratório, os médicos fecundaram o óvulo dela com um espermatozoide do marido e implantaram o embrião no útero. Casos como o de Suely são cada vez mais comuns. As mulheres colocaram de lado os limites impostos pela natureza – com a ajuda das técnicas de reprodução assistida – e revolveram corpo e alma em busca da maternidade depois dos 50 anos. O fenômeno é mundial. Desde 1997, triplicou o número de grávidas americanas com mais de 50 anos. Na Inglaterra, entre 2008 e 2009, aumentou em 55%. No Brasil, mães com mais de 40 anos respondem hoje por 4% dos nascimentos. Em 1999, respondiam por 1,8%.
Apesar da popularização, a maternidade tardia ainda impõe questionamentos sociais. Muitos especialistas afirmam que, depois dos 50 anos, o vigor físico e o psicológico não são os mesmos. Falta aos pais tardios, dizem, energia para lidar com os filhos. Estes, por sua vez, podem sofrer impactos psicológicos por terem pais que mais se parecem com os avós dos amigos. E, pior, correm maior risco de se tornar órfãos. Segundo o último censo, uma criança nascida no Brasil de uma mãe cinquentenária ficaria órfã aos 23 anos. Nos Estados Unidos e na Europa, onde a expectativa de vida é maior, essa idade subiria para 30 e 32 anos. No ano passado, o casal italiano Gabriella e Luigi d’Ambrosis perdeu a guarda da filha recém-nascida porque a Justiça considerou que ela, com 58 anos, e ele, com 70, eram velhos demais. A decisão chamou a atenção do mundo para o dilema: é possível (e justo) traçar um limite etário para a maternidade?
A maioria dos países não estabelece limite. A Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva recomenda que as clínicas de fertilização desencorajem mulheres na menopausa. Na Inglaterra, a Lei de Fertilização Humana e Embriologia sugere que apenas mulheres com menos de 45 anos recebam doação de óvulos – no caso de as candidatas não ovularem e precisarem de óvulos de outra mulher. Depois dos 43 anos, a chance de conceber um filho naturalmente é de menos de 10%. A quantidade de óvulos viáveis míngua até se esgotar, por volta dos 50 anos. Poucas mulheres assumem recorrer a óvulos doados – o que implica assumir que a criança não carrega sua carga genética. “Não conto para ninguém porque não quero que questionem se a minha filha é biologicamente minha ou não”, diz uma arquiteta carioca que deu entrevista a ÉPOCA na condição de não ser identificada. Em novembro, aos 61 anos, ela deu à luz uma menina. Diz que sempre quis ser mãe, mas adiou a gravidez por causa do trabalho e por falta de relacionamentos estáveis. Quando se sentiu segura com o atual companheiro, 23 anos mais novo, uma gestação natural era impossível. Filha única, pensou que sua família acabaria ali. “Não queria isso”, diz.
No Brasil, uma resolução do Conselho Federal de Medicina determina que procedimentos como receber ovodoação e fertilização sejam feitos se não houver risco para a mãe. A única restrição é o número de embriões implantados. Não pode passar de quatro depois dos 35 anos. “Uma gravidez múltipla é de alto risco em qualquer idade e só piora com o passar do tempo”, afirma José Hiran Gallo, coordenador da Câmara Técnica de Reprodução Assistida. Em março, ele diz que se reunirá com especialistas para propor mudanças. “A resolução é omissa por não fixar limite etário”, diz. “Há clínicas tratando mulheres cada vez mais velhas.”
A gestação em idade avançada pode trazer riscos à gestante e ao bebê. O risco de aborto é grande. A carioca Janete da Silva Pinheiro, de 52 anos, pensou que teria uma gravidez tranquila. Mas deu à luz em setembro os gêmeos Pedro e Alice depois de sete meses de gestação. “Acompanhei o sofrimento deles na incubadora por dois meses”, diz. Ela adiou a gravidez porque o companheiro, o psicólogo Ítalo Silveira, de 88 anos, tinha filhos de outros casamentos e não pretendia aumentar a prole. Mudou de ideia depois dos apelos de Janete. “Não me sinto culpada pela possibilidade de ele não acompanhar o crescimento dos filhos”, diz Janete. “Ninguém pode me dizer quando é tarde para formar minha família.”
O assunto é delicado. Caberia a alguma instituição governamental ou colegiado de profissionais decidir quando é tarde demais para ser mãe? Para os defensores da maternidade tardia, mesmo que os filhos percam os pais mais cedo, por volta dos 30 anos, essa idade é suficiente para eles serem independentes. “Não vejo egoísmo nem inconsequência”, diz a americana Sylvia Ann Hewlett, economista da Universidade Harvard, autora do livro Criando uma vida: mulheres profissionais e a busca por crianças. “A idade não muda a natureza zelosa de uma mãe”, diz. Pesquisas mostram que ter pais mais velhos pode ser bom. Eles estão estabelecidos financeiramente (desembolsam cerca de R$ 20 mil a cada tentativa de engravidar) e oferecerão educação e assistência médica de qualidade. As crianças contariam com a atenção integral dos pais, já fora do mercado de trabalho, o que se traduziria em maior desenvolvimento cognitivo e segurança emocional. Um estudo da Universidade de Iowa, nos EUA, descobriu que quanto mais velha a mãe, melhor o desenvolvimento da criança em testes de linguagem e matemática. Seria mais um indício de que, além de não ter tamanho determinado, coração de mãe não tem idade?
Embora nos dias atuais isso pareça arriscado. Na Biblia há relatos de mulheres que tiveram filhos bem mais velhas e com a benção de Deus. Acho mesmo que o desejo de ser mãe deve ser respeitado, e aquelas que almejam este tão desejado posto deve ir a luta. Pois afinal a vida é uma só, e não devemos partir sem antes completar nossa missão.
Boa sorte a todas. Mas lembressem que ainda tem a opção da adoção. Beijos...
Solange Arruda
Cresce o número de grávidas com mais de 50 anos. Há benefícios e riscos em criar um filho mais velha
Apesar da popularização, a maternidade tardia ainda impõe questionamentos sociais. Muitos especialistas afirmam que, depois dos 50 anos, o vigor físico e o psicológico não são os mesmos. Falta aos pais tardios, dizem, energia para lidar com os filhos. Estes, por sua vez, podem sofrer impactos psicológicos por terem pais que mais se parecem com os avós dos amigos. E, pior, correm maior risco de se tornar órfãos. Segundo o último censo, uma criança nascida no Brasil de uma mãe cinquentenária ficaria órfã aos 23 anos. Nos Estados Unidos e na Europa, onde a expectativa de vida é maior, essa idade subiria para 30 e 32 anos. No ano passado, o casal italiano Gabriella e Luigi d’Ambrosis perdeu a guarda da filha recém-nascida porque a Justiça considerou que ela, com 58 anos, e ele, com 70, eram velhos demais. A decisão chamou a atenção do mundo para o dilema: é possível (e justo) traçar um limite etário para a maternidade?
A maioria dos países não estabelece limite. A Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva recomenda que as clínicas de fertilização desencorajem mulheres na menopausa. Na Inglaterra, a Lei de Fertilização Humana e Embriologia sugere que apenas mulheres com menos de 45 anos recebam doação de óvulos – no caso de as candidatas não ovularem e precisarem de óvulos de outra mulher. Depois dos 43 anos, a chance de conceber um filho naturalmente é de menos de 10%. A quantidade de óvulos viáveis míngua até se esgotar, por volta dos 50 anos. Poucas mulheres assumem recorrer a óvulos doados – o que implica assumir que a criança não carrega sua carga genética. “Não conto para ninguém porque não quero que questionem se a minha filha é biologicamente minha ou não”, diz uma arquiteta carioca que deu entrevista a ÉPOCA na condição de não ser identificada. Em novembro, aos 61 anos, ela deu à luz uma menina. Diz que sempre quis ser mãe, mas adiou a gravidez por causa do trabalho e por falta de relacionamentos estáveis. Quando se sentiu segura com o atual companheiro, 23 anos mais novo, uma gestação natural era impossível. Filha única, pensou que sua família acabaria ali. “Não queria isso”, diz.
No Brasil, uma resolução do Conselho Federal de Medicina determina que procedimentos como receber ovodoação e fertilização sejam feitos se não houver risco para a mãe. A única restrição é o número de embriões implantados. Não pode passar de quatro depois dos 35 anos. “Uma gravidez múltipla é de alto risco em qualquer idade e só piora com o passar do tempo”, afirma José Hiran Gallo, coordenador da Câmara Técnica de Reprodução Assistida. Em março, ele diz que se reunirá com especialistas para propor mudanças. “A resolução é omissa por não fixar limite etário”, diz. “Há clínicas tratando mulheres cada vez mais velhas.”
A gestação em idade avançada pode trazer riscos à gestante e ao bebê. O risco de aborto é grande. A carioca Janete da Silva Pinheiro, de 52 anos, pensou que teria uma gravidez tranquila. Mas deu à luz em setembro os gêmeos Pedro e Alice depois de sete meses de gestação. “Acompanhei o sofrimento deles na incubadora por dois meses”, diz. Ela adiou a gravidez porque o companheiro, o psicólogo Ítalo Silveira, de 88 anos, tinha filhos de outros casamentos e não pretendia aumentar a prole. Mudou de ideia depois dos apelos de Janete. “Não me sinto culpada pela possibilidade de ele não acompanhar o crescimento dos filhos”, diz Janete. “Ninguém pode me dizer quando é tarde para formar minha família.”
O assunto é delicado. Caberia a alguma instituição governamental ou colegiado de profissionais decidir quando é tarde demais para ser mãe? Para os defensores da maternidade tardia, mesmo que os filhos percam os pais mais cedo, por volta dos 30 anos, essa idade é suficiente para eles serem independentes. “Não vejo egoísmo nem inconsequência”, diz a americana Sylvia Ann Hewlett, economista da Universidade Harvard, autora do livro Criando uma vida: mulheres profissionais e a busca por crianças. “A idade não muda a natureza zelosa de uma mãe”, diz. Pesquisas mostram que ter pais mais velhos pode ser bom. Eles estão estabelecidos financeiramente (desembolsam cerca de R$ 20 mil a cada tentativa de engravidar) e oferecerão educação e assistência médica de qualidade. As crianças contariam com a atenção integral dos pais, já fora do mercado de trabalho, o que se traduziria em maior desenvolvimento cognitivo e segurança emocional. Um estudo da Universidade de Iowa, nos EUA, descobriu que quanto mais velha a mãe, melhor o desenvolvimento da criança em testes de linguagem e matemática. Seria mais um indício de que, além de não ter tamanho determinado, coração de mãe não tem idade?
Embora nos dias atuais isso pareça arriscado. Na Biblia há relatos de mulheres que tiveram filhos bem mais velhas e com a benção de Deus. Acho mesmo que o desejo de ser mãe deve ser respeitado, e aquelas que almejam este tão desejado posto deve ir a luta. Pois afinal a vida é uma só, e não devemos partir sem antes completar nossa missão.
Boa sorte a todas. Mas lembressem que ainda tem a opção da adoção. Beijos...
Solange Arruda
10 dicas de como emagrecer cozinhando
Por Vivi AraujoFui uma criança gordinha e com muita fome, mas sempre soube que as minhas vontades infinitas de comer nunca poderiam ser comlpetamente atendidas.
Assistindo a alguns programas de culinária durante a tarde, tive a brilhante idéia de começar a cozinhar e aproveitar o fruto do meu próprio trabalho.
Com 8 anos de idade, fazia e comia tudo o que cozinhava. Sempre coisas bem calóricas.
Minha paixão pela gastronomia surgiu nesta época.
Aos 15 anos, comecei a me sentir mais menina, com mais vontade de me arrumar e de namorar. Foi quando todo mundo desistiu de me ajudar que senti o momento certo para se fazer uma dieta.
Novamente, a cozinha me salvou. Sou o exemplo vivo de que é possível, e muito mais fácil, emagrecer cozinhando.
Em apenas 3 meses, fui dos 98kg para os 62kg (peso que me encontro até hoje).
Testei muitas dietas, remédios, exercícios e médicos. Mas o ato de cozinhar me ajudou muito.
Foto: Getty Images
Divido com vocês as minhas 10 dicas de como emagrecer cozinhando:
1- Comece pela sua lixeira da cozinha. Observe a quantidade de lixo que você está produzindo: muitas embalagens plásticas, garrafas pets, saquinhos e vidros plásticos são sinais de que você consome os produtos que engordam mais.
2- Esqueça de uma vez por todas os produtos industrializados. Eles contêm muitos conservantes, e substâncias que dificultam o processo digestivo, atrapalhando o seu metabolismo.
3- Deixe de lado as gorduras hidrogenadas, óleo de canola, manteiga e creme de leite. Cozinhe com óleos mais saudáveis e menos calóricos, como o azeite de oliva e o óleo de coco. Além de conter pouca coloria, possuem o colesterol bom.
4- Nem sempre comer alimentos cozidos no vapor emagrece. Cada organismo reage de uma forma. No geral, alimentos crús são de mais fácil digestão, porém, deverão ser consumidos durante o dia já que nos exercitamos mais, e nosso intestino pode trabalhar mais também.
5- Abuse sempre das especiarias e vá aos poucos deixando o sal de lado. O sal faz com que nosso organismo retenha líquido, ao contrário das especiarias, que ajudam o nosso intestino a trabalhar mais.
6- Alimentos integrais não fazem milagre se forem consumidos em excesso. Se for usá-los, substitua-os pela metade da dose normal, pois integrais dão maior sensação de saciedade.
7- Não comece regime cozinhando a versão loght de algum prato que gostava de comer: a frustação por tentar fazer um prato delicioso em uma versão light ou diet pode ser grande. Muitas vezes, só vai aumentar sua vontade de comer o original.
8- Coma à vontade gelatina light ou diet: são de baixa caloria e enganam bem a fome entre as refeições. Também ajudam a combater a flacidez do pós-dieta.
9- As saladas são bem vindas, mas seus molhos e acompanhamentos nem sempre. Uma boa pedida é fazer molhos com limão, muitas ervas e uma fruta que dê uma consistência de molho, sem usar muito azeite. Ex: bata uma pêra no liquidificador com pouquinho de água, coloque a salsa a gosto, manjericão, limão e um fio de azeite. Use como tempero.
10- Substitua uma refeição por sopa: além de alimentar, te deixará mais leve. Para dar mais consistência, coloque pedacinhos de pão integral batido no liquidificador com parte do caldo. Ao ferver, vai engrossar a sopa sem deixá-la pesada.
Estas são dicas apenas de como iniciar um caminho. A força de vontade e a determinação serão pontos decisivos para um bom resultado.
Coloquem os aventais, preparem as panelas e boa sorte!!!!
quarta-feira, 18 de abril de 2012
Adolescentes arriscam a saúde
Adolescentes lutam para ter um corpo perfeito e recorrem aos métodos mais estranhos para emagrecer. As meninas comem algodão, tomam shampoo ou mesmo chá de pilhas para ter resultados rápidos, isso sem esquecer os remédios controlados. Correm riscos na esperança de perder peso para ter o corpo perfeito, o corpo de modelos
Adolescentes arriscam a saúde
Adolescentes arriscam a saúde
e a vida para perder peso
Um terço das jovens passa fome para emagrecer; bulimia e anorexia afetam as garotas
Uma pesquisa revela que uma em cada três adolescentes passa fome para emagrecer. As meninas forçam o vômito depois de comer e fazem dietas malucas para emagrecer, inspiradas na aparência de modelos e de estrelas da música, da televisão e do cinema.
As garotas contam sobre bulimia. Uma delas fez a dieta do tomate; sem tomar café-da-manhã, a jovem almoçava e jantava apenas tomates. A outra fez a dieta de uma salsicha no almoço, e nada mais durante o dia. Para elas, Gisele Bündchen é perfeita.
As garotas contam sobre bulimia. Uma delas fez a dieta do tomate; sem tomar café-da-manhã, a jovem almoçava e jantava apenas tomates. A outra fez a dieta de uma salsicha no almoço, e nada mais durante o dia. Para elas, Gisele Bündchen é perfeita.
A busca pelo corpo perfeito.
A preocupação com a beleza, com a aparência física tem crescido constantemente.
Apesar de muitas pessoas optarem por cirurgias plásticas pelo efeito rápido, os exercícios físicos ainda tem um grande espaço, seja pra ganhar massa muscular, para tirar aquela gordurinha ou somente para modelar o corpo.
Os resultados realmente são incríveis, mas quando saber a hora de “maneirar” na malhação? É isso depende de pessoa para pessoa, de como cada indivíduo se sente bem.
Confira algumas destas grandes transformações.
Apesar de muitas pessoas optarem por cirurgias plásticas pelo efeito rápido, os exercícios físicos ainda tem um grande espaço, seja pra ganhar massa muscular, para tirar aquela gordurinha ou somente para modelar o corpo.
Os resultados realmente são incríveis, mas quando saber a hora de “maneirar” na malhação? É isso depende de pessoa para pessoa, de como cada indivíduo se sente bem.
Confira algumas destas grandes transformações.
segunda-feira, 2 de abril de 2012
PROSSEGUIREI PARA O ALVO
PROSSEGUIREI PARA O ALVO
Valnice Milhomens, Ap
TEXTO: Não que eu o tenha já recebido ou tenha já obtido a perfeição; mas prossigo para conquistar aquilo para o que também fui conquistado por Cristo Jesus. Irmãos, quanto a mim, não julgo havê-lo alcançado; mas uma coisa faço: esquecendo-me das coisas que para trás ficam e avançando para as que diante de mim estão, prossigo para o alvo, para o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus (Fp. 3:12-14).
Não há quem esteja ouvindo esta mensagem e lance o olhar ao passado sem que possa dizer que não tem coisas das quais lamentar. A única pessoa que pode dizer que não tem do que se arrepender é alguém que teve uma vida perfeita; e como nenhum de nós teve esta vida, todos têm o que lamentar.
Você se lamenta de coisas que fez e não deveria ter feito, e de coisas que não fez mas deveria ter feito.
Eu não tenho adultério em meu passado ou qualquer coisa parecida, nem bebedeiras ou vícios, mas há coisas que lamentar e se tivesse oportunidade de voltar ao passado não as faria outra vez.
Penso em coisas que fiz e não deveria ter feito e coisas que não fiz e deveria ter feito e são essas as coisas das quais lamento.
Acredito que há muitas pessoas que estão me ouvindo agora que trazem em si um grande peso por causa de coisas que fizeram no passado, e a maior lição que posso lhes ensinar hoje é como sair de onde se encontram e prosseguir para o que está adiante.
Como prosseguir?
Se você crê ou não, os maiores cristãos que já viveram tinham muitas coisas de onde deveriam partir. Tinham coisas de que se envergonhar; cheios de dores de cabeça; cheios de tristezas; cheios de erros; cheios de lamentos, mas Paulo nos ensina como partir de um passado de culpa, frustrações, erros e pesares e mover-se para um futuro que é cheio de glória.
Olhemos para Filipenses 3 e vejamos quatro coisas que nos ajudarão a prosseguir rumo ao destino final.
Lembrarmos da mulher de Ló...
A mulher de Ló foi transformada em uma estátua de sal, um monumento à desobediência
Querida amiga!
Hoje, quero dedicar uma palavra especial para você, mulher valorosa, cujo valor excede o de finas jóias (Pv 31.10). Desejo lhe falar sobre a mulher de Ló. Mas por que falar sobre ela? Uma mulher cujo nome nem sabemos? A resposta é simples: entre várias mulheres no Velho Testamento, Jesus pediu que lembrássemos apenas dela.
Ló era um homem justo (2 Pedro 2.8). Ele, com sua esposa e suas duas filhas, deixou a cidade de Sodoma no dia da sua destruição. A mulher de Ló caiu no triste erro de olhar para trás, em direção a cidade. Ela colocou o seu coração nos bens materiais e não nas coisas celestiais (Hb 11.10). Olhou para trás porque seu coração continuava “preso” em Sodoma (Gn 19.17-26). Essa atitude foi uma desobediência à ordem de Deus. Ela morreu imediatamente, transformando-se em uma estátua de sal.
É interessante observar que a expressão: “Lembrai-vos da mulher de Ló” (Lc 17.32), é uma advertência, uma forma de trazer à nossa memória, por intermédio do exemplo da esposa de Ló, as conseqüências da desobediência. Várias lições podem ser tiradas dessa passagem bíblica, mas vamos abordar apenas duas que julgo importante para você, mulher.
A primeira lição que aprendemos com a atitude de “olhar para trás” é o perigo do retrocesso na vida espiritual. Quantas mulheres, à semelhança da esposa de Ló, foram transformadas, não em estátuas de sal, mas em pessoas frias, de coração de pedra, sem mobilidade espiritual, voltadas apenas para o passado. Talvez você já tenha ouvido a seguinte frase: “Antigamente tudo era melhor; ai que saudades!”. Querida, não quero dizer que você não possa ter recordações, ao contrário, pois somos seres humanos, porém não devemos nos prender ao que já passou. Viva o hoje, o agora! Siga em frente. Olhar para trás, para as coisas que já passaram, pode levar sua vida a um retrocesso espiritual, ou seja, você pára no tempo, não progride, não anda, sua vida se trava. Lembre-se de que a vida continua, você jamais poderá fazer o tempo voltar. Por isso, siga em frente. Mesmo que haja obstáculos, siga em frente. “Irmãos, quanto a mim, não julgo que o haja alcançado; mas uma coisa faço, e é que, esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão adiante, prossigo para o alvo pelo prêmio da vocação celestial de Deus em Cristo Jesus.” (Fp 3.13-14.)
A segunda lição está na desobediência. É preciso estar atenta à voz de Deus. A mulher de Ló foi transformada em uma estátua de sal, um monumento à desobediência. Ela não levou a sério a ordem de Deus. Muitas mulheres têm trilhado o mesmo caminho: o da desobediência. A Palavra de Deus diz que “toda mulher sábia edifica a sua casa; a insensata, porém, derruba-a com as suas mãos” (Pv 14.1). Você, mulher, é a coluna espiritual da sua casa. A desobediência pode desestruturar completamente o seu lar, transformando você e toda a sua família em “estátuas de sal”. Seja sábia. Pergunte sempre ao Espírito Santo qual a melhor atitude a ser tomada nos momentos de decisões e de aflições. Decisões precipitadas e desobediência podem impedir os sonhos do coração de Deus para você.
Querida, poderia falar aqui sobre muitas coisas, mas o Espírito Santo é quem nos conduz. Essa foi a Palavra que Deus colocou no meu coração para a sua vida. Espero que por meio deste texto você venha se despertar no sentido de conhecer a vontade do nosso Deus. A mensagem do Senhor para a sua vida neste dia é: “Ninguém que lança a mão no arado e olha para trás é apto para o Reino de Deus”, portanto “hoje, se ouvirdes a sua voz, não endureçais os vossos corações...” (Lc 9.62; Hb 3.15a).
Ana Paula Costa
Da Redação Lagoinha.com
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